Guia prático sobre água quente sanitária, dimensionamento, eficiência e sistemas integrados
sistemas integrados

AQS instantânea através de serpentina num depósito de inércia

A água sanitária pode atravessar uma serpentina imersa em água técnica quente e ser aquecida sem ficar acumulada no mesmo volume.

Como funciona a integração

A água sanitária atravessa uma serpentina dentro do depósito de inércia e aquece à passagem.

A autonomia depende da energia acumulada no buffer, da área do permutador, temperatura e caudal — não do volume sanitário armazenado, porque esse volume é pequeno na serpentina.

Não confunda os volumes

Leia sempre a ficha para perceber qual é o volume de água técnica, qual é o volume sanitário — se existir — e qual a capacidade do permutador. É comum um número grande na designação referir-se ao buffer, não à água disponível para banho.

O que acontece no dia a dia

Quando o acumulador pede calor, o controlo tem de decidir de onde vem essa energia e como a encaminhar. Em muitos sistemas existe prioridade à AQS: durante algum tempo, a fonte concentra-se no depósito e reduz ou interrompe o aquecimento ambiente. A duração depende da potência disponível, tamanho do acumulador e diferença de temperatura.

Pense também no verão

Uma integração que parece perfeita no inverno pode ser pouco prática em julho. Se a fonte principal é lenha ou pellets, convém prever desde início como haverá água quente sem acender um gerador de combustão: resistência no acumulador, solar térmico, bomba de calor AQS ou outra fonte compatível são hipóteses a estudar.

Quando é indispensável projeto/validação

Sempre que se altera a hidráulica do aquecimento, se integra uma fonte de combustão, se dimensiona permutador/depósito ou se mexe em dispositivos de segurança. O guia ajuda a perceber o esquema; não substitui o dimensionamento do circuito.

Smartfire

Depósitos de inércia com AQS

Para sistemas hidráulicos integrados, veja os depósitos de inércia com AQS disponíveis na Smartfire.